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Mas por que “Doutor”?

Postado em Considerações em 2 Janeiro, 2007 por Assessor de Imprensa

Esses dois últimos textos que coloquei neste espaço destoam um pouco dos demais encontrados na casa de Dr Brown. O primeiro que falava do ano novo, ao que parece ele escreveu junto com alguém que lhe chamava de “filho”. Provável que seja sua mãe. Não sei por onde essa senhora anda. Procurei inúmeras vezes, mas os telefones encontrados não existem mais.

Já o segundo texto foi encontrado em uma outra pasta. Anexado a uma carta que recebeu de uma amiga. Junto com o texto e a carta, havia uma nota manuscrita que dizia: Sabia que esse texto a faria mudar de idéia. Então se entende que ela tinha uma carta para ele e estava relutante em mandar. Ao que parece ele a convenceu a entregá-lo a carta. É uma bela carta, que infelizmente não poderei publicá-la aqui.

Agora me passou pela cabeça: Não comentei porque chamo Matthews Brown de “Doutor”. Vasculhando seus pertences, encontrei uma carteira de advogado e um diploma de faculdade. Por isso o apelidei de Dr.Brown. Foi-se cedo. Futuro brilhante o aguardava. Nas letras e nas leis…

Passada

Postado em Considerações em 28 Dezembro, 2006 por Assessor de Imprensa

Está indo. Está passando a tristeza de ter perdido uma joia. Ja perdi outras joias antes, mas nenhuma que me marcasse tanto quanto aquela. Então. Diferente do ano passado, vou me afogar em lágrimas…
As vezes não queria que tivesse sido tão bom. Para que pudesse aceitar melhor o “tão ruim”

Tristeza mórbida…

Postado em Considerações em 9 Dezembro, 2006 por Assessor de Imprensa

Que pecado incomensurável cometi essa semana. A chuva que assolou minha cidade na última terça-feira foi algoz de um dos contos mais belos escritos por Mat Brown. Minha negligencia foi histórica. Deixei minha pasta onde guardo os contos esquecida no banco de uma praça aconchegante que tenho o costume de visitar para me sentar, e ler os contos que me foram deixados.

Ao começar a chuva, corri para não me molhar… Assim esquecendo minhas relíquias…
Por sorte a pasta é feita de couro e os papeis que estavam dentro quedaram intactos. Porém, o conto que eu lia no momento estava fora da pasta. O vento e a água o levaram. Nenhum de vocês tem a imaginação sórdida o suficiente para vislumbrar a dor que eu sinto em perder tal relíquia!

Como sou indigno de tais preciosidades… Antes outra pessoa as tivesse achado. Tristeza mórbida essa que me corrói por dentro…

Mais um pouco sobre Matthews Brown

Postado em Considerações em 3 Dezembro, 2006 por Assessor de Imprensa

Matthews Brown.
Não sei muito sobre esse escritor de histórias. Sei que morreu por volta dos seus vinte e cinco anos e deixou uma vasta coleção de contos.
Pelo que escreve, parecia ser uma pessoa pacata, não gostava de badalações. Romântico, temperamental e, infelizmente, depressivo. Tanto amor e depressão, aliados à grande quantidade de remédios que encontrei em sua casa, podem ter sido causadores de sua morte. Fiquem comigo para me ajudarem a descobrir um pouco mais sobre Mat Brown. Algo pode ter passado em abes a mim e vocês me ajudarão a descobrir!

Um começo…

Postado em Considerações em 2 Dezembro, 2006 por Assessor de Imprensa

Começarei com uma série de contos não-publicados de Dr Brown.
Contista dedicado, nunca teve coragem de publicar o que escrevia. Depois de sua misteriosa morte em 25/01/05, investiguei seus pertences, baús, caixas e gavetas a fim de encontrar algo que explicasse o real motivo de sua morte. Acabei por encontrar uma carta. Esta carta me indicava a um site onde todos os seus contos estavam armazenados. Esta carta me mandava entregar esses contos a uma pessoa especial. Uma mulher. Minha incompetência não permitiu que eu a encontrasse. Resolvi então publicar os contos, no intuito de que a dama, real dona desses contos, se identificasse nas leituras e soubesse de todas as verdades que Brown tinha a lhe dizer. Como não tenho contatos com editoras, jornais ou revistas, uso esse modesto artifício virtual para que o seu último desejo seja realizado!
De fato é uma bela leitura a todos nós. Não só para a dama, provável protagonista das histórias que se narrarão a seguir.
Aproveitem….